quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Começando...

Começando...

Começar é sempre difícil... Mas vamos lá...

Olá gente!

Me chamo Daniel, tenho 25 anos. Sou casado com a Paula (21 anos) e ainda não temos filhos. Sou formado em Biologia (Bacharelado) pela UFPE. Nessa mesma instituição estou fazendo o meu mestrado em Saúde Humana e Meio Ambiente. Hoje, além da pesquisa, atuo na área de educação como professor de Ensino Médio e pré-vestibulares.

Gosto de pensar. Gosto de pensar alto, grande e longe.

Pensar o que ninguém pensa - no sentido de ousar pensar diferente do que o "superego" pensa -  discutir o que está no limiar da ciência, da religião, do dia-a-dia e porque não, da imaginação...

Acho que o pensamento é o maior privilégio que a natureza nos deu! Mas não só o fato de pensar, porque creio que dependendo de qual é o seu conceito a cerca do que é pensar (qual o paradigma que você usa para definir essa ação) e nisso afirmo que até os outros animais pensam, mas pensar com RACIONALIDADE!

Somos livres para juntar informações, fatos e observações e numa máquina perfeita chamada Cérebro, criar pensamentos.

Baseado nisso, quero compartilhar pensamentos a respeito dos mais diversos temas. Para isso, resolvi fazer uso de uma das melhores ferramentas que conheço para tal, os "blogs" e aí começou-se uma confusão mental terrível na minha cabeça: qual o nome ideal, qual o domínio ideal para esse espaço. Tentei várias palavras que achei interessante, até termos técnicos como "papiloscopia" (não sabe o que é isso? Dá uma busca no Google!) no sentido de deixar claro que a idéia aqui é pensar de forma única, mas até esse domínio estava utilizado aqui...

Então resolvi arriscar um que achei muito massa: ORGANOGÊNESE. Para a Biologia, isto é o estudo do desenvolvimento do organismo desde a fecundação até a idade adulta e é sub-divido em várias partes/ciências, como embriologia (o estudo do desenvolvimento embrionário), a fisiologia, a anatomia... Etc... E puft! Deu certo! "nome disponível"!

Fiquei feliz, porque muito melhor do que falar num tom tão único e quase egocêntrico, quanto suas impressões digitais (isso é a papiloscopia, tá?) é falar num tom universal e que acompanha/revela tudo a cerca do homem. Essa é a melhor expressão do que farei aqui! Ou pelo menos tentarei.

Essa é a proposta, pensar sobre tudo, sobre qualquer coisa. Vamos pensar juntos?

Abração!

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